quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Valkyria: Revolution chegará ao ocidente em 2017 e traz novidades a série


Essa notícia já me deixa ansioso e faz querer que 2017 seja o ano mais rápido que já existiu! Primeiro porque a SEGA é a minha empresa favorita (fui proprietário de um Mega Drive nos anos 1990); segundo, Valkyria Chronicles foi uma das maiores experiências que já tive em um RPG tático.

Valkyria: Azure Revolution vai chegar ao mercado ocidental no segundo trimestre de 2017, para PlayStation 4, Xbox One e PlayStation Vita. Diferente dos consoles de mesa, que ganharão mídia física, no portátil teremos apenas a opção digital, o que é uma pena já que seria uma excelente adição as coleções. 

No lançamento ocidental o jogo receberá o nome de Valkyria Revolution, deixando o "Azure" de lado para que, segundo a própria SEGA, fique mais fácil relacionar esse novo título ao seu antecessor, o que me parece meio confuso já que de acordo com o que já foi divulgado esse novo jogo será realmente novo, tanto na questão dos personagens, quanto na história que não terá nenhuma referência a anterior.

sábado, 10 de dezembro de 2016

SaGa: Scarlet Grace ganha novo trailer e chega esse mês ao Japão


Nascida no final dos anos 1980, a série SaGa é mais conhecida fora do Japão como Final Fantasy Legend, recebendo três edições no Game Boy.

Talvez os jogos mais conhecidos da série sejam SaGa Frontier e SaGa Frontier II, lançados entre 1997 e 2000 para PlayStation. Pode-se dizer que a Square aproveitou a adotação que se criou entorno de FF e começou seus primeiros spin-offs, mas essa foi uma boa escolha já que desde o início SaGa carrega muitos elementos do que define toda a franquia.

O último jogo da série foi lançado em 2003 para PlayStation 2, Unlimited Saga, mas agora a Square Enix volta com SaGa: Scarlet Grace, um novo título que chega ao PS Vita no dia 15 de dezembro, mas só no Japão :(

Essa semana a Square Enix lançou dois novos vídeos do jogo, o primeiro apresenta os personagens, todos jogáveis, que teremos no jogo, enquanto o segundo mostra a trajetória da série, me deixando com MUITA vontade de fazer uma maratona!





terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Dragon Quest Profissional e a desvantagem de não morar no Japão


O primeiro contato que tive com a série Monsters de Dragon Quest foi já no Nintendo DS, quando ele já havia recebido o primeiro jogo e sua sequência, Dragon Quest Monsters: Joker. Logo em seguida parti para o segundo jogo. A proposta do jogo me agradou muito, por isso pretendo, assim que possível, jogar os primeiros, que datam da época do saudoso Game Boy

Infelizmente ainda não possuo um Nintendo 3DS para jogar o último lançamento, Dragon Quest Monsters: Joker 3, mas como um bom fã, me empolgo a cada noticia, mesmo sabendo que essa última pode demorar anos, e quem sabe até décadas, para chegar em minhas mãos.

O canal da Square Enix japonesa divulgou um novo, e belo, vídeo de Dragon Quest Monsters: Joker 3 Profissional, uma versão melhorada do jogo trazendo mais história e funcionalidades. O vídeo traz a bela arte de Akira Toriyama, mesmo responsável por Blue Dragon, e mostra nosso protagonista e algumas criaturas, com aquela música que já é nostálgica ao fundo.

Mas ao que tudo indica, Dragon Quest Monsters: Joker 3 Profissional será lançado apena no Japão, no dia 09 de fevereiro. Essa é uma das desvantagens de não morar na "Terra do Sol Nascente", esse não é o primeiro e certamente não será o último RPG que não temos acesso, de maneira licita, no Ocidente. Mas quem sabe essas melhorias não cheguem a nós por DLCs no futuro, e talvez eu já possua um 3DS quando esse dia chegar, só nos resta aguardar e aproveitar esses belíssimos trailers.


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Odin Sphere: Leifthrasir, eu só quero mais disso


O PlayStation 2 possui uma biblioteca gigantesca e o RPG tem forte presença nela. Odin Sphere é um dos grandes clássicos do console e no começo do ano recebeu um remake que não traz só uma otimização considerável no seu já belo gráfico, mas também melhorias que garantem um melhor gameplay e diversão aos jogadores.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

[Lançamento] Root Letter chega ao PlayStation Vita


Root Letter é mais um dos inúmeros Visual Novel lançados para o PS Vita. O jogo, desenvolvido pela Kadokawa Games, foi lançado no Japão em junho deste ano, mas chega ao nosso mercado hoje (10 de novembro).

A história é bem simples. Aya é uma jovem desapareceu misteriosamente em Matsue, uma cidade litorânea no Japão, quando seu amigo encontra a carta escrita por ela e destinada a ela, decide investigar o que aconteceu.

O jogo segue com perguntas onde entrevistamos os colegas de classe de Aya em busca de informações sobre seu paradeiro. Mas em algumas vezes precisamos reviver algumas situações pelas quais Aya passou para conseguirmos informações mais concretas.

Abaixo você pode conferir um artigo publicado por Zin Hasegawa no blog oficial do PlayStation.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Pocket View: World of Final Fantasy (PlayStation Vita)

Publicado originalmente no blog Baú de Gamer.

Produtora: Square Enix / Data: 25 out 2016 / Gênero: JRPG / Plataforma: PlayStation 4, PlayStation Vita (versão testada)
Final Fantasy é uma das maiores franquias já desenvolvida para games, chegando em breve ao seu 15° título da série principal e tendo inúmeros spin-offs e sequências. Comemorando seu 30° aniversário e buscando introduzir mais jogadores a esse universo, a Square Enix lançou no dia 25 de outubro mais um spin-off chamado World of Final Fantasy, que traz uma história leve e diferente da complexidade que os fãs estão acostumados, mas certamente um JRPG no qual vale a pena perder muitas horas.

A AVENTURA VAI COMEÇAR!
A premissa de World of Final Fantasy é bem simples, deferente do que aconteceu com outros jogos da série, aqui controlamos um casal de irmãos que se aventuram por Grymoire. Mas essa aventura não começa por acaso, os gêmeos precisam descobrir quem eles são e lutar contra criaturas que ameaçam o lugar. Para isso, os dois precisam capturar criaturas, denominadas Mirages. Seria como capturar um Pokémon, mas aqui eles são usados em batalhas combinando seus poderes com os dos personagens, ou atuando sozinhos, dependendo da sua estratégia.

domingo, 18 de setembro de 2016

Pocket View: James Cameron's Avatar: The Game (Nintendo DS)


Esse Avatar chegou ao Nintendo DS antes mesmo do filme de James Cameron e sua missão era começar a introduzir os jogadores a Pandora, lugar onde a história se passa. 

Acredito que se todos que assistiram o filme (e me impediram de fazer o mesmo lotando as salas de cinema todos os dias) tivessem jogado essa versão - que saiu um pouco melhor no Wii - a metade não teria ido ao cinema. Não que Avatar: The Game seja tão ruim assim, é só que não possui nenhum atrativo e explora muito mal os elementos do filme. Esse era um jogo com muito potencial, uma história cativante e personagens que poderiam ter sido bem construídos, mas o ciclo repetitivo no qual entramos depois da primeira hora de jogo é tão descarado, que fica difícil chegar até o fim da aventura.

Jogamos com Nok, um jovem Na'vi que recebe a missão sagrada de ser os olhos e a mãos de Eywa, o grande espírito de Pandora. O mundo foi invadido pela RDA Corporation, comandada pelo Dr. Ossman, que tenta controlar a vida selvagem nativa, como ocorre no filme. Durante o jogo podemos coletar alguns itens e power-ups, com eles conseguimos poderes que nos ajudam a resolver puzzles e passar as missões que nos são dadas. 

James Cameron's Avatar: The Game não é um jogo notável, se imaginarmos todo o potencial do console e a história em torno do jogo, vemos que os desenvolvedores dispunham de recursos para entregar um gameplay muito melhor, mas se você tiver algumas horas que não vai se preocupar em perder (coisa rara nos dias de hoje) pode achar uma versão física por um valor bem baixo na internet, só não posso garantir que vai valer a pena.

domingo, 21 de agosto de 2016

Pocket View: Bomberman Tournament (Game Boy Advance)


Nos intervalos que dou na longa (e prazerosa) jornada de Final Fantasy XVII - Revenant Wings, escolho alguns jogos casuais e com gameplay curtos para dar uma relaxada e criar uma estratégia para alguma fase do FF. A escolha da vez foi Bomberman Tournament, do Game Boy Advance.

Esse jogo veio no bundle junto com o meu Nintendo DS Lite, lembro ter jogado bastante desse Bomberman no colegial, mas como o jogo não era meu, nem sabia desse modo história, que reinventa todo o conceito que se tem sobre a série.

A única graça de Bomberman é jogar com os amigos e ver quem sobrevive por mais tempo (eu nunca fui esse cara), mas a Capcom repensou seu conceito sobre isso depois de falhar com os títulos anteriores e adicionou um modo história muito bem pensado com uma temática RPG, e foi um tiro certo!

A história e tão clichê como tantas outras, um mundo precisa ser salvo e somos nós que faremos isso. Aqui deixamos as fases do modo battle de lado e entramos em um mundo aberto, onde podemos pegar algumas quests com npcs e explorar o cenário em busca de power-ups. Uma das coisas legais, que nos faz entrar ainda mais no jogo são os puzzles, que algumas vezes são bem difíceis de se resolver.

Mas a grande inovação são os Karabons, criaturas que podemos usar para batalhar ou como power-ups. Eles já estavam presentes em jogos anteriores, mas agora fazem mais sentido em Bomberman, eles são responsáveis pelas habilidades do personagem, como correr, chutar a bomba e usar o escudo. Sempre que encontramos um precisamos usar o que já temos em uma batalha (menos no primeiro, claro), essas batalhas são bem fraquinhas e as vezes até chatas, acho que é o ponto mais fraco do jogo, mas que não diminui o divertimento de quem está jogando.

Talvez Bomberman Tournament não tenha sido um hit em seu lançamento, mas é um excelente jogo para quem quer jogar um modo história que não tome muito tempo. Os elementos de RPG são bem elaborados e fãs do gênero certamente aprovam isso, e caso seu tempo seja ainda mais curto que o meu, ainda tem o modo batalha, que se juntar alguns amigos se torna bem divertido.

sábado, 16 de julho de 2016

Jogando: Final Fantasy XII: Revenant Wings


Agora decidi começar a série Final Fantasy, claro que não vou jogar todos em sequência pois alguns jogos são bem caros e não estou com tempo para jogar emuladores, mas com o tempo eu chego lá. Decidi começar, não por acaso, com Final Fantasy XII: Revenant Wings. Minha ideia era jogar Heroes of Mana, mas li em alguns blogs que Revenant Wings é uma versão melhorada dele e algo novo para a franquia em portáteis. Esse é um RTS (real-time strategy) dando mais dinâmica as batalhas. 

O jogo é uma sequência direta do jogo lançado para PlayStation 2 e essa foi a primeira vez em que a Square Enix fez isso com a franquia. Começamos com Vaan que agora possui sua própria nave, ele é acompanhado por Penelo, Balthier e Fran. A aventura começa em um continente flutuante, onde acessamos algumas ilhas em busca de missões.

O sistema de batalha é algo que me chamou a atenção, o uso do RTS foi uma adição muito interessante na dinâmica do jogo. Podemos mover nossos personagens com a caneta Stylus (ela é usada durante o jogo inteiro) de forma individual ou em grupo, nos permitindo criar variadas táticas de ataque. Outra coisa que gostei até o momento é a invocação de criaturas que podem nos ajudar a atacar os inimigos, podemos formar um exército um pouco maior e massacrar os inimigos para conquistar o objetivo.

Se não me engano, agora estou no capítulo 3-2 do jogo e não tenho nada a reclamar, por enquanto estou tendo uma boa experiência, só quero chegar logo ao fim e partir para o próximo.

Pocket View: Star Wars (Game Boy)


O universo de Star Wars alcançou um patamar que poucas outras franquias conseguiram e quase todo mundo conhece a série, mesmo que bem pouco. A primeira vez que tive contato com esse Star Wars foi por meio do Master System (e o jogo ainda saiu para NES) e me impressionei com o jogo.

A primeira coisa que notei no jogo é a fidelidade a história do filme, começamos com Skywalker em seu Landspeeder no deserto de Tatooine. Lá encontramos algumas cavernas para explorar, elas funcionam como sidequests, mas é importante não deixar passar, além de adquirirmos playerskill, podemos encontrar power-ups e outros personagens jogáveis, como Han Solo e Obi-Wan!

Mas a missão principal nos faz embarcar na Millenium Falcon e viajar até a Death Star, onde precisamos salvar a princesa Leia, destruir a nave inimiga e fugir em uma X-Wing.

Mais uma vez Star Wars me surpreendeu. Embora a capacidade de um Game Boy Color seja inferior aos consoles mencionados, vemos uma boa qualidade gráfica e sonora, sendo um ótimo trabalho da Capcom. E o que também me agradou é o que eu já tinha visto no Master, o jogo não se limita a explorações em plataforma e viagens em cutscenes (como acontece em muitos jogos), mas também pilotamos as naves, já começando pela Landspeeder.

Esse certamente não é o melhor jogo de portáteis ambientado no universo de Star Wars, mas é um bom passa-tempo, já que mesmo explorando todas as cavernas não demora muito para chegar ao fim.

domingo, 10 de julho de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - O sequestro do filhote do Dugtrio

[Depois de uma longa pausa, estou de volta! O trabalho e outros projetos acabaram me atrapalhando e fiquei um tempo sem aparecer por aqui, mas estou de volta com mais um capitulo de Blue Rescue Team. Essa semana cheguei a fim da aventura, mas ainda tem muita história para contar.]




O sequestro do filhote do Dugtrio

Squirtle tem novos sonhos estranhos, mas dessa vez acorda com a sensação de que estava conversando com algum outro pokémon. De repente, sente tremores vindos da terra, é quando um Dugtrio aparece a sua frente. 

Sem saber o que fazer diante dessa estranha visita, Squirtle pergunta o motivo dela, então Dugtrio começa a fala sobre um Skarmory que habita a Mountain Steel (Montanha de Aço), esse Skarmory sequestrou o filhote de Dugtrio, um Digglet. Squirtle diz ao Dugtrio que irá resgatar seu filhote, mas precisa chamar seu companheiro primeiro. 

Dugtrio some no chão e Squirtle vai para fora da base, onde já encontra seu companheiro a espera. Charmander ficar feliz em saber que mais pokémons estão procurando a ajuda deles e quando pergunta quem é seu novo cliente, Dugtrio sai do chão e se apresenta, dizendo também que os encontrará na entrada da Mt. Steel. Então os dois partem para a montanha.

Depois de uma conversa rápida com Dugtrio, os dois entram na montanha. Encontram muitos pokémons selvagens no caminho, mas a maioria parece um tanto assustados. Logo são atacados por um Zigzagoon, mas com toda a experiência que adquiriram em outras aventuras, logo dão um fim na batalha. Quando a luta termina, perguntam a Zigzagoon o que está acontecendo, então ele lhes conta que está havendo muitos terremotos naquela região, o que está deixando todos os pokémons muito agitados. Com isso, Squirtle tem uma vaga ideia do que está acontecendo, mas precisa chegar ao Skarmory para deixar tudo claro.

Depois de alguns minutos caminhando, o cenário em que Squirtle e Charmander se encontram começa a mudar e tudo parece mais perigoso, mas eles precisam continuar. Nervoso, eles seguem uma trilha que leva até o topo da montanha, quando são surpreendidos por dois Pinsir, que assim como o Zigzagoon parecem bem agitados. 

A batalha começa, por ser um pokémon do tipo inseto, Pinsir possui fraquezas contra o fogo, então Squirtle decide chamar a atenção dos adversários com seu jato d'água, para que Charmander prepare um ataque forte o suficiente para espantar os dois. Squirtle começa a lançar jatos de água nos adversário, então Charmander vê a oportunidade e lança uma poderosa chama contra os Pinsir, ao ver o clarão os dois já se assustam e correm quando algumas labaredas os atingem. Então nossos heróis escutam os gritos de Digglet e correm ao seu encontro.

Mas então Skarmory aparece! Ele está irritado com os tremores em que estão acontecendo em Mt. Steel, culpa os Dugtrio por isso, assim como Squirtle suspeitava. Então Skarmory ataca os dois amigos. 

Squirtle e Charmander ainda tentam convencer que Skarmory de que esses eventos vêm acontecendo em diversos lugares do mundo Pokémon, mas a raiva faz com que ele não de ouvidos e comece a atacar Charmander, que por ser um pokémon menos é atingido e jogado ao chão. Vendo seu amigos ao chão, Squirtle parte para o ataque e acerta um poderoso jato de água em Skarmory, que cai desacordado. Logo Charmander se levante e tenta resgatar Digglet, antes que Akarmory acorde, mas não consegue, pois o pokémon está a uma altura considerável. Eis que surgem os dois Magnemites que foram resgatados na Thunderwave Cave, logo eles vão até o lugar onde o Digglet está e o ajudam a sair.

Com tudo resolvido, todos se encaminham para a saida da montanha. É quando Squirtle tem a brilhante ideia de convidar os Magnemites para a sua equipe de resgate, mas Charmander diz que para que isso possa funcionar, eles precisam de algum lugar onde os Magnemites possam ficar, mas é melhor deixar isso para amanhã. Então eles se despedem e Squirtle vai ter mais uma noite turbulenta.

sábado, 28 de maio de 2016

High Level: Emboar (Pokémon White Version)


Decidi alcançar o level máximo com algum personagens que eu jogo, começando com esse Emboar no Pokémon White Version. Sou um grande fã de RPGs, mas só consegui esse esse feito em Shining in the Darkness, do Mega Drive, onde alcancei o level 99 com todos os três personagens (ainda guardo esse save no meu cartucho!).

Meu primeiro objetivo é compartilhar essa conquista, mas para não ficar tão sem graça, vou colocar algumas informações sobre o pokémon.

Número na Pokédex: 500
Tipo: Fogo / Combate
Espécie: Mega Fire Pig Pokémon
Jogos: Black/White, Black/White 2, Omega Ruby/Alpha Sapphire e X/Y
Primeira aparição: Emboar fez sua estréia como um Pignite em "Um Minccino Arrumadinho!" (Search for the Clubultimate!) quando Bianca tentou usá-lo para capturar um Minccino selvagem. 

Evoluções:


Imagem do meu Pokémon:






Fontes: Pokémon Database (imagens), Bulbapedia e PokePédiaBR.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - Um passeio pela Pokémon Square


Durante a noite, enquanto dorme, Squirtle tem um sonho estranho. Ele não consegue ver ou entender coisa alguma, mas parece que uma voz tenta falar com ele. Quando acorda, ainda se sente um pouco tonto e se pergunta o que foi aquele sonho tão estranho, sem encontrar respostas, decide ir até a caixa de correio ver se chegou alguma missão nova.

A caixa de correio está vazia e logo Charmander aparece. Ao ver que não terão nenhuma missão naquele dia, decide levar Squirtle para conhecer a Pokémon Square, então os dois saem para o passeio. Chegando a praça central, Charmander vai apresentando os trabalhadores do lugar.

Do lado esquerdo superior encontramos um Persian, ele trabalha no Banco da Felicidade, é lá que podemos guardar o dinheiro que encontramos em nossas missões, ou que nos são dado como recompensa após um resgate. Logo ao lado do Persian, está a Clefable, nela podemos adquirir áreas para moradia para os futuros membros da equipe.

Já do lado direito superior, está a loja do Kecleon, onde podemos comprar ou vender diversos itens. Mais abaixo, ainda do lado direito, está Kangaskhan, com ele você pode armazenar todas as suas coisas guardadas com maior segurança.

Por fim, o lado inferior direito. Lá encontramos um Gulpin, seu trabalho é encadear movimentos para que nossos ataques fiquem mais fortes, além disso ele pode ensinar habilidades que já foram esquecidas.

Squirtle está satisfeito com tudo o que descobriu sobre a Pokémon Square, mas Charmander diz que ainda tem mais. Então você seguem o caminho até chegar ao Pelipper Post Office, o lugar de onde saem os boletins e pedidos de resgate. Antes da entrada do correio avistamos um mural, nele vemos alguns pedidos de ajuda onde tanto a sua quanto outras equipes podem conseguir trabalho. Já no lado de dentro, vemos alguns Pelippers trabalhando para que as correspondências cheguem ao seu destino.

Squirtle e Charmander saem do Pelipper Post Office e se sentem exaustos de tanto caminhar. A noite está chegando então decidem que já é hora de irem para casa descansar. Os dois se despedem e prometem continuar suas aventuras no dia seguinte.

domingo, 8 de maio de 2016

Pocket View: Trace Memory


Não é difícil de achar o primeiro ponto de Trace Memory, ele está na ótima história que o jogo nos entrega. Ashley Robbins perdeu seus pais quando tinha apenas 3 anos, agora está próxima de seu 14° aniversário, ela vê toda essa história vir à tona, através de um presente enviado por seu pai, que talvez não esteja realmente morto.

O presente enviado por seu pai se trata de um dispositivo de rastreamento (muito semelhante ao primeiro Nintendo DS) que a leva até a Blood Edward Island, uma ilha misteriosa onde Ashley terá de desvendar muitos mistérios resolvendo puzzles

O jogo possui alguns personagens além da protagonista. Como a tia de Asheley, Jessica, que a acompanha até a ilha e acaba sendo vítima do vilão da história. Além dela temos o próprio vilão e o pai de Asheley, que aparecem já próximo do fim do jogo. Mas o mais carismático personagem que encontramos é "D", um fantasmas que encontramos logo que começamos nossa aventura. Ele perdeu toda a memória de quem era, então decide se juntar a nós para que possa aproveitar nossa exploração para recuperar os fragmentos de memória perdidos.

Trace Memory nos dá uma história rápida, quem está acostumado a esse tipo de jogo (o que não é meu caso) vai resolver os puzzles com facilidade e ter cerca de duas horas de jogo. Quem não tem esse costume, terá cerca de 3 ou 4 horas. Mas o legal é como o jogo explora as funcionalidades do Nintendo DS, estragaria a jogatina se eu dissesse o que precisamos fazer para resolver alguns quebra-cabeças, então me limito em dizer que é preciso usar todos os recursos que o console pode oferecer.

Por fim, Trace Memory é um jogo completo: boa história, trilha sonora e jogabilidade. Dizem que Hotel Dusk: Room 215 é um sucessor indireto e mais longo de TM, isso eu pretendo descobrir em breve, assim que conseguir tempo para provar algo "novo".

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - As profundezas de Thunderwave Cave!



Depois de concordar em criar uma equipe de resgate, Squirtle vai para sua nova casa descansar. No dia seguinte ele acorda ainda cansado das aventuras do dia anterior, então decide dormir um pouco mais. Quando finalmente acorda e se sente disposto a sair de casa, encontra Charmander bem em frente de sua porta. Seu companheiro diz que chegou logo cedo e o estava esperando, então muda de assunto e diz que esse é o primeiro dia de sua equipe de resgates.

Charmander vai até a caixa de correio ver se algum pokémon está precisando de ajuda. Ele encontra apenas um kit de resgate contendo alguns itens para as aventuras, além do jornal informativo para equipes de resgates. De repente um Pelipper aponta no céu, pousa na caixa de correio e deposita uma carta. Mal o Pelipper levanta vôo e Charmander já está com a carta na mãe, entregando para que Squirtle possa ler. A carta é um pedido de socorro de um Magnemite que precisa de ajuda na Thunderwave Cave!

Squirtle e Charmander encontram Magnemite na entrada da Thunderwave Cave. Ele está desesperado! Os Magnemites ficaram sabendo do resgate do dia anterior e decidiram pedir ajuda para resgatar outros dois Magnemites. Esses dois foram até as profundezas da Thunderwave Cave na tentativa de evoluir para Magneton, mas precisavam de mais um de sua espécie, por fim, ficaram presos por ondas eletromagnéticas e não conseguem mais sair da caverna.

Assim que entram na caverna um grupo formados por alguns Rattatas, Pochyenas e Nidorans se aproximam para saber o que está acontecendo. Squirtle comenta sobre a acidente com os Magnemites e eles dizem que os viram passar mais cedo. Quando Squirtle e Charmander partem em busca das vítimas, os outros pokémons os alertam sobre os Voltorbs e Elekids que estão atacando qualquer um que se aproxima.

Charmander diz que pokémons aquáticos têm desvantagem diante de pokémons elétricos, mas Squirtle não precisará se preocupar pois ele cuidará do serviço. Então os dois continuam caminhando pela caverna, acompanhados de longe de outros pokémons que querem ver o desfecho dessa aventura.

Squirtle e Charmander avistam os dois Magnemites presos pelas ondar elétricas. Porém, quando dão o primeiro passo para prestar socorro, são surpreendidos por um trio inesperado. Aparecem em sua frente um Voltorb, um Elekid e um Minun, parece que mais uma batalha vai começar!

Em questão de segundos os dois amigos são cercados, todos os outros pokémons ficam apreensivos com o que pode acontecer agora. A primeira investida parte de Elekid, indo em direção de Squirtle, na mesma hora nossos heróis esquivam. Então os outros dois inimigos partem para o ataque, tudo o que Charmander e Squirtle conseguem fazer é esquivar até se sentirem cansados demais. É quando um dos choques elétricos de Minun atinge Squirtle, que cai fraco demais para se levantar.

Nesse momento Charmander se enfurece e sem saber de onde surgiu tamanha força, lança uma chama poderosa em direção dos adversários, que haviam se reunido para um ataque em conjunto. Seu ataque é tão forte que atinge os três pokémons e os leva ao chão.

Com os adversários derrotados e Squirtle já recuperado, os dois vão até os Magnemites, que alegam terem sido presos pelo trio de pokémons elétricos. Charmander diz que isso não será mais problema, depois dessa batalha Voltorb, Elekid e Minun não incomodarão mais ninguém por um bom tempo. Então os Magnemites agradecem e cada um parte para sua casa, deixando para trás mais um dia cheio de aventuras.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Trace Memory: usando tudo o que duas telas pode oferecer!

Não joguei tantos títulos do Nintendo DS, mesmo tendo o console há um tempinho. O meu é o Lite então tenho aproveitado para curti alguns jogos do GBA e, claro, jogar Pokémon.

Que eu me lembre, apenas The Legend of Zelda: Spirit Tracks me fez usar a tela de baixo para realmente jogar, por isso sempre pensei que ela não fora explorada do modo que devia, mas isso porque, como disse, tinha jogado poucos títulos do console.

Me surpreendi com Trace Memory desde o inicio, por ser um point-click o uso dou touch screen é constante e uma coisa me deixou ainda mais impressionado. Encontrei uns desenhos e não sabia bem o que fazer, então vasculhando o quarto encontrei dois carimbos, decidi usar nas folhas. Agora o desafio era descobrir como carimbar e foi uma coisa bem improvável, fechar e abrir o console.

Vejam o resultado:

 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Jogando: Trace Memory (NDS)


Decidi dar uma pausa em Pokémon Mystery Dungeon - Blue Rescue Team para conseguir chegar como o Modo História (aqui do blog) no mesmo lugar onde estou no jogo. Então procurei por um jogo com estilo diferente, algo que eu ainda não havia jogado. Acabei por encontrar Trace Memory, uma espécie de point-click com vários puzzles.

A protagonista do jogo é Ashley Mizuki Robbins, uma menina de 13 anos de idade que foi criada pela tia, Jessica, por ter seus pais desaparecidos quando ela tinha três anos de idade. Ela acredita que eles morreram, mas dois dias antes do seu aniversário de quatorze anos, ela recebe um pacote. Dentro, existia uma carta do seu pai e uma pequena máquina. A carta dizia que ele estaria esperando por ela na ilha chamada Blood Edward, localizada fora de costa de Washington, Estados Unidos. No dia seguinte, antes de seu aniversário, Jessica e Ashley navegaram ao redor da ilha em um barco, mas o pai dela não estava lá para encontrá-la. Jessica o procura, mas não retorna, Ashley se aventura na procura de ambos desaparecidos. Ao se aventurar na ilha, Ashley se torna amiga de "D", um fantasma que perdeu as memórias. Juntos eles entram na mansão Edward, procurando por respostas para as suas dúvidas. (Wikipédia)

 

Tenho quase uma hora de jogo e estou achando bem interessante. Os puzzles são coisas bem comuns, alguns até parecem jogos de lógica que eu tinha quando era mais novo. Fora isso, a maior parte do tempo ficamos lendo a história e descobrindo o que aconteceu com os pais de Ashley e essa narrativa até merece um Modo História, coisa que posso até escrever quando terminá-lo.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - A Primeira Missão!

Onde estou?
Isso é um sonho?
Sinto uma brisa agradável.
...ouço uma voz vinda de algum lugar ...
Gostaria de saber quem é?

Squirtle é acordado por Charmander. Eles conversam rapidamente, mesmo sem nosso protagonista saber o que está acontecendo, para ele é tudo um sonho. Enquanto se apresentam e Charmander se mostra um pokémon bem humorado, uma Butterfree aparece pedindo ajuda.

Butterfree está desesperada! Um Caterpie caiu em uma fenda e não consegue sair. Sem saber o que fazer, ela pede para que ajudem a resgatar seu filhote, mas avisa você que algo está acontecendo na floresta, pois quando chegou lá foi recebida com ataques de outros pokémons. 

Charmander percebe que Caterpie corre grande perigo, então convence você e juntos partem para a Tiny Woods!

[O processo das dungeons que serão descritas nesse fanfic são totalmente inventadas por mim, pois não se trata de um detonado e sim uma narrativa da história do jogo.]

Assim que chegam a Tiny Woods, Squirtle e Charmander são atacados por Pidgeys. Sem saber o que fazer eles correm para uma clareira na floresta, na tentativa de livrarem-se do ataque, mas logo são cercados e percebem que a única alternativa é o ataque. Eles se preparam e partem para a ofensiva, ainda sem saber ao certo o que está acontecendo, Squirtle se limita a ataques físicos, pois desconhece seus poderes. Enquanto isso, Charmander usa seu ataque de brasa para afugentar seus rivais.

Eles param para descansar por um instante. Pensam um pouco mais na missão e decidem seguir em frente, pois um Caterpie precisa de ajuda. Porém, mal dão os primeiros passos e aparecem alguns Sunkerns, atraídos pelo barulho da batalha. Nossos heróis ficam estáticos, então Squirtle lança, sem nem mesmo perceber, seu ataque de bolha! Isso é o suficiente para amedrontar os Sunkerns, que saem pulando em todas as direções. Além de afastar o inimigos, o ataque impressiona Charmander e até mesmo o próprio Squirtle, que começa a gostar do que está acontecendo.

Os dois vão floresta a dentro, em busca de Caterpie. Sem ter sinais do pokémon, começam a chamar por ele. Percebem que estão sendo vigiados por um pequeno grupo de Wurmples, mas depois do que aconteceu com os Sunkerns, têm certeza de que nada vai acontecer. Então chegam em uma nova clareira, no centro dela está o Caterpie que procuram, sendo atacado por Exeggcutes!

Squirtle exita por alguns instantes, enquanto Charmander chama a atenção dos atacantes, quando percebe o que fez pensa em correr, mas nessa hora Squirtle já está ao seu lado, a batalha começa! Os dois lutam bravamente contra um número de adversários que não para de crescer, no território inimigo não teriam uma luta justa, então pegam Caterpie e correm, como jamais haviam corrido antes, até a saída da floresta, onde são aguardados por Butterfree.

Butterfree agradece pelo resgate de seu filhote e dá algumas frutas como forma de agradecimento. Charmander, empolgado com o que acabara de acontecer e impressionado com o poder de Squirtle, propõe a formação de uma equipe de resgate, para que possam ajudar outros pokémons e assim fazer com que o mundo pokémon viva em paz.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - Introdução


Sempre que passo por um sebo/antiquário/brechó entro e pergunto se tem algum jogo para vender, raramente consigo alguma coisa decente. Alguns meses atrás, encontrei Pokémon Mystery Dungeon: Blue Rescue Team, o jogo estava completo com caixa e papelada e só me custou 30 pilas. Já tinha visto ele na casa de um amigo, mas nunca o tinha jogado, mas o preço era realmente convidativo, decidi arriscar. Tenho que dizer que essa é a melhor história que já vi em um Pokémon! (mesmo só tendo completado FireRed, Crystal e White).

Em Blue Rescue Team não jogamos um um treinador Pokémon, mas sim com o próprio bichinho. Há toda uma trama por traz do motivo de sermos um Pokémon, mas isso só vou revelar no desenrolar da história, o que posso adiantar é que teremos um parceiro fiel nessa aventura e enfrentaremos os famigerados Pokémons lendários!

No começo precisamos responder algumas perguntas para o jogo decidir qual Pokémon corresponde melhor a nossa personalidade, o meu deu Squirtle e quando fui escolher um parceiro, claro que optei pelo Charmander! Depois dessas escolhas a história finalmente começa, de forma simples e pouco reveladoras, mas o que acontece em toda a sequência é tão empolgante que me fez querer escrever aqui para que todos possam ter acesso a essa história.

Como já disse, meu Pokémon principal é o Squirtle e Chamander é o meu parceiro, existem outras opções e o seu personagem vai depender das respostas dadas no começo do jogo. No decorrer da história poderemos recrutar outros Pokémons, mas vou deixar eles de fora já que minha intensão não é fazer um detonado, mas sim contar essa história do meu ponto de vista. Assim que eu tiver tempo (entre trabalhar e jogar, claro) venho com mais uma parte do jogo, quem estiver curioso DEVE começar a jogar imediatamente, vai valer muito a pena.