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domingo, 8 de maio de 2016

Pocket View: Trace Memory


Não é difícil de achar o primeiro ponto de Trace Memory, ele está na ótima história que o jogo nos entrega. Ashley Robbins perdeu seus pais quando tinha apenas 3 anos, agora está próxima de seu 14° aniversário, ela vê toda essa história vir à tona, através de um presente enviado por seu pai, que talvez não esteja realmente morto.

O presente enviado por seu pai se trata de um dispositivo de rastreamento (muito semelhante ao primeiro Nintendo DS) que a leva até a Blood Edward Island, uma ilha misteriosa onde Ashley terá de desvendar muitos mistérios resolvendo puzzles

O jogo possui alguns personagens além da protagonista. Como a tia de Asheley, Jessica, que a acompanha até a ilha e acaba sendo vítima do vilão da história. Além dela temos o próprio vilão e o pai de Asheley, que aparecem já próximo do fim do jogo. Mas o mais carismático personagem que encontramos é "D", um fantasmas que encontramos logo que começamos nossa aventura. Ele perdeu toda a memória de quem era, então decide se juntar a nós para que possa aproveitar nossa exploração para recuperar os fragmentos de memória perdidos.

Trace Memory nos dá uma história rápida, quem está acostumado a esse tipo de jogo (o que não é meu caso) vai resolver os puzzles com facilidade e ter cerca de duas horas de jogo. Quem não tem esse costume, terá cerca de 3 ou 4 horas. Mas o legal é como o jogo explora as funcionalidades do Nintendo DS, estragaria a jogatina se eu dissesse o que precisamos fazer para resolver alguns quebra-cabeças, então me limito em dizer que é preciso usar todos os recursos que o console pode oferecer.

Por fim, Trace Memory é um jogo completo: boa história, trilha sonora e jogabilidade. Dizem que Hotel Dusk: Room 215 é um sucessor indireto e mais longo de TM, isso eu pretendo descobrir em breve, assim que conseguir tempo para provar algo "novo".

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Trace Memory: usando tudo o que duas telas pode oferecer!

Não joguei tantos títulos do Nintendo DS, mesmo tendo o console há um tempinho. O meu é o Lite então tenho aproveitado para curti alguns jogos do GBA e, claro, jogar Pokémon.

Que eu me lembre, apenas The Legend of Zelda: Spirit Tracks me fez usar a tela de baixo para realmente jogar, por isso sempre pensei que ela não fora explorada do modo que devia, mas isso porque, como disse, tinha jogado poucos títulos do console.

Me surpreendi com Trace Memory desde o inicio, por ser um point-click o uso dou touch screen é constante e uma coisa me deixou ainda mais impressionado. Encontrei uns desenhos e não sabia bem o que fazer, então vasculhando o quarto encontrei dois carimbos, decidi usar nas folhas. Agora o desafio era descobrir como carimbar e foi uma coisa bem improvável, fechar e abrir o console.

Vejam o resultado:

 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Jogando: Trace Memory (NDS)


Decidi dar uma pausa em Pokémon Mystery Dungeon - Blue Rescue Team para conseguir chegar como o Modo História (aqui do blog) no mesmo lugar onde estou no jogo. Então procurei por um jogo com estilo diferente, algo que eu ainda não havia jogado. Acabei por encontrar Trace Memory, uma espécie de point-click com vários puzzles.

A protagonista do jogo é Ashley Mizuki Robbins, uma menina de 13 anos de idade que foi criada pela tia, Jessica, por ter seus pais desaparecidos quando ela tinha três anos de idade. Ela acredita que eles morreram, mas dois dias antes do seu aniversário de quatorze anos, ela recebe um pacote. Dentro, existia uma carta do seu pai e uma pequena máquina. A carta dizia que ele estaria esperando por ela na ilha chamada Blood Edward, localizada fora de costa de Washington, Estados Unidos. No dia seguinte, antes de seu aniversário, Jessica e Ashley navegaram ao redor da ilha em um barco, mas o pai dela não estava lá para encontrá-la. Jessica o procura, mas não retorna, Ashley se aventura na procura de ambos desaparecidos. Ao se aventurar na ilha, Ashley se torna amiga de "D", um fantasma que perdeu as memórias. Juntos eles entram na mansão Edward, procurando por respostas para as suas dúvidas. (Wikipédia)

 

Tenho quase uma hora de jogo e estou achando bem interessante. Os puzzles são coisas bem comuns, alguns até parecem jogos de lógica que eu tinha quando era mais novo. Fora isso, a maior parte do tempo ficamos lendo a história e descobrindo o que aconteceu com os pais de Ashley e essa narrativa até merece um Modo História, coisa que posso até escrever quando terminá-lo.