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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Pocket View: World of Final Fantasy (PlayStation Vita)

Publicado originalmente no blog Baú de Gamer.

Produtora: Square Enix / Data: 25 out 2016 / Gênero: JRPG / Plataforma: PlayStation 4, PlayStation Vita (versão testada)
Final Fantasy é uma das maiores franquias já desenvolvida para games, chegando em breve ao seu 15° título da série principal e tendo inúmeros spin-offs e sequências. Comemorando seu 30° aniversário e buscando introduzir mais jogadores a esse universo, a Square Enix lançou no dia 25 de outubro mais um spin-off chamado World of Final Fantasy, que traz uma história leve e diferente da complexidade que os fãs estão acostumados, mas certamente um JRPG no qual vale a pena perder muitas horas.

A AVENTURA VAI COMEÇAR!
A premissa de World of Final Fantasy é bem simples, deferente do que aconteceu com outros jogos da série, aqui controlamos um casal de irmãos que se aventuram por Grymoire. Mas essa aventura não começa por acaso, os gêmeos precisam descobrir quem eles são e lutar contra criaturas que ameaçam o lugar. Para isso, os dois precisam capturar criaturas, denominadas Mirages. Seria como capturar um Pokémon, mas aqui eles são usados em batalhas combinando seus poderes com os dos personagens, ou atuando sozinhos, dependendo da sua estratégia.

domingo, 18 de setembro de 2016

Pocket View: James Cameron's Avatar: The Game (Nintendo DS)


Esse Avatar chegou ao Nintendo DS antes mesmo do filme de James Cameron e sua missão era começar a introduzir os jogadores a Pandora, lugar onde a história se passa. 

Acredito que se todos que assistiram o filme (e me impediram de fazer o mesmo lotando as salas de cinema todos os dias) tivessem jogado essa versão - que saiu um pouco melhor no Wii - a metade não teria ido ao cinema. Não que Avatar: The Game seja tão ruim assim, é só que não possui nenhum atrativo e explora muito mal os elementos do filme. Esse era um jogo com muito potencial, uma história cativante e personagens que poderiam ter sido bem construídos, mas o ciclo repetitivo no qual entramos depois da primeira hora de jogo é tão descarado, que fica difícil chegar até o fim da aventura.

Jogamos com Nok, um jovem Na'vi que recebe a missão sagrada de ser os olhos e a mãos de Eywa, o grande espírito de Pandora. O mundo foi invadido pela RDA Corporation, comandada pelo Dr. Ossman, que tenta controlar a vida selvagem nativa, como ocorre no filme. Durante o jogo podemos coletar alguns itens e power-ups, com eles conseguimos poderes que nos ajudam a resolver puzzles e passar as missões que nos são dadas. 

James Cameron's Avatar: The Game não é um jogo notável, se imaginarmos todo o potencial do console e a história em torno do jogo, vemos que os desenvolvedores dispunham de recursos para entregar um gameplay muito melhor, mas se você tiver algumas horas que não vai se preocupar em perder (coisa rara nos dias de hoje) pode achar uma versão física por um valor bem baixo na internet, só não posso garantir que vai valer a pena.

domingo, 21 de agosto de 2016

Pocket View: Bomberman Tournament (Game Boy Advance)


Nos intervalos que dou na longa (e prazerosa) jornada de Final Fantasy XVII - Revenant Wings, escolho alguns jogos casuais e com gameplay curtos para dar uma relaxada e criar uma estratégia para alguma fase do FF. A escolha da vez foi Bomberman Tournament, do Game Boy Advance.

Esse jogo veio no bundle junto com o meu Nintendo DS Lite, lembro ter jogado bastante desse Bomberman no colegial, mas como o jogo não era meu, nem sabia desse modo história, que reinventa todo o conceito que se tem sobre a série.

A única graça de Bomberman é jogar com os amigos e ver quem sobrevive por mais tempo (eu nunca fui esse cara), mas a Capcom repensou seu conceito sobre isso depois de falhar com os títulos anteriores e adicionou um modo história muito bem pensado com uma temática RPG, e foi um tiro certo!

A história e tão clichê como tantas outras, um mundo precisa ser salvo e somos nós que faremos isso. Aqui deixamos as fases do modo battle de lado e entramos em um mundo aberto, onde podemos pegar algumas quests com npcs e explorar o cenário em busca de power-ups. Uma das coisas legais, que nos faz entrar ainda mais no jogo são os puzzles, que algumas vezes são bem difíceis de se resolver.

Mas a grande inovação são os Karabons, criaturas que podemos usar para batalhar ou como power-ups. Eles já estavam presentes em jogos anteriores, mas agora fazem mais sentido em Bomberman, eles são responsáveis pelas habilidades do personagem, como correr, chutar a bomba e usar o escudo. Sempre que encontramos um precisamos usar o que já temos em uma batalha (menos no primeiro, claro), essas batalhas são bem fraquinhas e as vezes até chatas, acho que é o ponto mais fraco do jogo, mas que não diminui o divertimento de quem está jogando.

Talvez Bomberman Tournament não tenha sido um hit em seu lançamento, mas é um excelente jogo para quem quer jogar um modo história que não tome muito tempo. Os elementos de RPG são bem elaborados e fãs do gênero certamente aprovam isso, e caso seu tempo seja ainda mais curto que o meu, ainda tem o modo batalha, que se juntar alguns amigos se torna bem divertido.

sábado, 16 de julho de 2016

Pocket View: Star Wars (Game Boy)


O universo de Star Wars alcançou um patamar que poucas outras franquias conseguiram e quase todo mundo conhece a série, mesmo que bem pouco. A primeira vez que tive contato com esse Star Wars foi por meio do Master System (e o jogo ainda saiu para NES) e me impressionei com o jogo.

A primeira coisa que notei no jogo é a fidelidade a história do filme, começamos com Skywalker em seu Landspeeder no deserto de Tatooine. Lá encontramos algumas cavernas para explorar, elas funcionam como sidequests, mas é importante não deixar passar, além de adquirirmos playerskill, podemos encontrar power-ups e outros personagens jogáveis, como Han Solo e Obi-Wan!

Mas a missão principal nos faz embarcar na Millenium Falcon e viajar até a Death Star, onde precisamos salvar a princesa Leia, destruir a nave inimiga e fugir em uma X-Wing.

Mais uma vez Star Wars me surpreendeu. Embora a capacidade de um Game Boy Color seja inferior aos consoles mencionados, vemos uma boa qualidade gráfica e sonora, sendo um ótimo trabalho da Capcom. E o que também me agradou é o que eu já tinha visto no Master, o jogo não se limita a explorações em plataforma e viagens em cutscenes (como acontece em muitos jogos), mas também pilotamos as naves, já começando pela Landspeeder.

Esse certamente não é o melhor jogo de portáteis ambientado no universo de Star Wars, mas é um bom passa-tempo, já que mesmo explorando todas as cavernas não demora muito para chegar ao fim.