domingo, 21 de agosto de 2016

Pocket View: Bomberman Tournament (Game Boy Advance)


Nos intervalos que dou na longa (e prazerosa) jornada de Final Fantasy XVII - Revenant Wings, escolho alguns jogos casuais e com gameplay curtos para dar uma relaxada e criar uma estratégia para alguma fase do FF. A escolha da vez foi Bomberman Tournament, do Game Boy Advance.

Esse jogo veio no bundle junto com o meu Nintendo DS Lite, lembro ter jogado bastante desse Bomberman no colegial, mas como o jogo não era meu, nem sabia desse modo história, que reinventa todo o conceito que se tem sobre a série.

A única graça de Bomberman é jogar com os amigos e ver quem sobrevive por mais tempo (eu nunca fui esse cara), mas a Capcom repensou seu conceito sobre isso depois de falhar com os títulos anteriores e adicionou um modo história muito bem pensado com uma temática RPG, e foi um tiro certo!

A história e tão clichê como tantas outras, um mundo precisa ser salvo e somos nós que faremos isso. Aqui deixamos as fases do modo battle de lado e entramos em um mundo aberto, onde podemos pegar algumas quests com npcs e explorar o cenário em busca de power-ups. Uma das coisas legais, que nos faz entrar ainda mais no jogo são os puzzles, que algumas vezes são bem difíceis de se resolver.

Mas a grande inovação são os Karabons, criaturas que podemos usar para batalhar ou como power-ups. Eles já estavam presentes em jogos anteriores, mas agora fazem mais sentido em Bomberman, eles são responsáveis pelas habilidades do personagem, como correr, chutar a bomba e usar o escudo. Sempre que encontramos um precisamos usar o que já temos em uma batalha (menos no primeiro, claro), essas batalhas são bem fraquinhas e as vezes até chatas, acho que é o ponto mais fraco do jogo, mas que não diminui o divertimento de quem está jogando.

Talvez Bomberman Tournament não tenha sido um hit em seu lançamento, mas é um excelente jogo para quem quer jogar um modo história que não tome muito tempo. Os elementos de RPG são bem elaborados e fãs do gênero certamente aprovam isso, e caso seu tempo seja ainda mais curto que o meu, ainda tem o modo batalha, que se juntar alguns amigos se torna bem divertido.

sábado, 16 de julho de 2016

Jogando: Final Fantasy XII: Revenant Wings


Agora decidi começar a série Final Fantasy, claro que não vou jogar todos em sequência pois alguns jogos são bem caros e não estou com tempo para jogar emuladores, mas com o tempo eu chego lá. Decidi começar, não por acaso, com Final Fantasy XII: Revenant Wings. Minha ideia era jogar Heroes of Mana, mas li em alguns blogs que Revenant Wings é uma versão melhorada dele e algo novo para a franquia em portáteis. Esse é um RTS (real-time strategy) dando mais dinâmica as batalhas. 

O jogo é uma sequência direta do jogo lançado para PlayStation 2 e essa foi a primeira vez em que a Square Enix fez isso com a franquia. Começamos com Vaan que agora possui sua própria nave, ele é acompanhado por Penelo, Balthier e Fran. A aventura começa em um continente flutuante, onde acessamos algumas ilhas em busca de missões.

O sistema de batalha é algo que me chamou a atenção, o uso do RTS foi uma adição muito interessante na dinâmica do jogo. Podemos mover nossos personagens com a caneta Stylus (ela é usada durante o jogo inteiro) de forma individual ou em grupo, nos permitindo criar variadas táticas de ataque. Outra coisa que gostei até o momento é a invocação de criaturas que podem nos ajudar a atacar os inimigos, podemos formar um exército um pouco maior e massacrar os inimigos para conquistar o objetivo.

Se não me engano, agora estou no capítulo 3-2 do jogo e não tenho nada a reclamar, por enquanto estou tendo uma boa experiência, só quero chegar logo ao fim e partir para o próximo.

Pocket View: Star Wars (Game Boy)


O universo de Star Wars alcançou um patamar que poucas outras franquias conseguiram e quase todo mundo conhece a série, mesmo que bem pouco. A primeira vez que tive contato com esse Star Wars foi por meio do Master System (e o jogo ainda saiu para NES) e me impressionei com o jogo.

A primeira coisa que notei no jogo é a fidelidade a história do filme, começamos com Skywalker em seu Landspeeder no deserto de Tatooine. Lá encontramos algumas cavernas para explorar, elas funcionam como sidequests, mas é importante não deixar passar, além de adquirirmos playerskill, podemos encontrar power-ups e outros personagens jogáveis, como Han Solo e Obi-Wan!

Mas a missão principal nos faz embarcar na Millenium Falcon e viajar até a Death Star, onde precisamos salvar a princesa Leia, destruir a nave inimiga e fugir em uma X-Wing.

Mais uma vez Star Wars me surpreendeu. Embora a capacidade de um Game Boy Color seja inferior aos consoles mencionados, vemos uma boa qualidade gráfica e sonora, sendo um ótimo trabalho da Capcom. E o que também me agradou é o que eu já tinha visto no Master, o jogo não se limita a explorações em plataforma e viagens em cutscenes (como acontece em muitos jogos), mas também pilotamos as naves, já começando pela Landspeeder.

Esse certamente não é o melhor jogo de portáteis ambientado no universo de Star Wars, mas é um bom passa-tempo, já que mesmo explorando todas as cavernas não demora muito para chegar ao fim.

domingo, 10 de julho de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - O sequestro do filhote do Dugtrio

[Depois de uma longa pausa, estou de volta! O trabalho e outros projetos acabaram me atrapalhando e fiquei um tempo sem aparecer por aqui, mas estou de volta com mais um capitulo de Blue Rescue Team. Essa semana cheguei a fim da aventura, mas ainda tem muita história para contar.]




O sequestro do filhote do Dugtrio

Squirtle tem novos sonhos estranhos, mas dessa vez acorda com a sensação de que estava conversando com algum outro pokémon. De repente, sente tremores vindos da terra, é quando um Dugtrio aparece a sua frente. 

Sem saber o que fazer diante dessa estranha visita, Squirtle pergunta o motivo dela, então Dugtrio começa a fala sobre um Skarmory que habita a Mountain Steel (Montanha de Aço), esse Skarmory sequestrou o filhote de Dugtrio, um Digglet. Squirtle diz ao Dugtrio que irá resgatar seu filhote, mas precisa chamar seu companheiro primeiro. 

Dugtrio some no chão e Squirtle vai para fora da base, onde já encontra seu companheiro a espera. Charmander ficar feliz em saber que mais pokémons estão procurando a ajuda deles e quando pergunta quem é seu novo cliente, Dugtrio sai do chão e se apresenta, dizendo também que os encontrará na entrada da Mt. Steel. Então os dois partem para a montanha.

Depois de uma conversa rápida com Dugtrio, os dois entram na montanha. Encontram muitos pokémons selvagens no caminho, mas a maioria parece um tanto assustados. Logo são atacados por um Zigzagoon, mas com toda a experiência que adquiriram em outras aventuras, logo dão um fim na batalha. Quando a luta termina, perguntam a Zigzagoon o que está acontecendo, então ele lhes conta que está havendo muitos terremotos naquela região, o que está deixando todos os pokémons muito agitados. Com isso, Squirtle tem uma vaga ideia do que está acontecendo, mas precisa chegar ao Skarmory para deixar tudo claro.

Depois de alguns minutos caminhando, o cenário em que Squirtle e Charmander se encontram começa a mudar e tudo parece mais perigoso, mas eles precisam continuar. Nervoso, eles seguem uma trilha que leva até o topo da montanha, quando são surpreendidos por dois Pinsir, que assim como o Zigzagoon parecem bem agitados. 

A batalha começa, por ser um pokémon do tipo inseto, Pinsir possui fraquezas contra o fogo, então Squirtle decide chamar a atenção dos adversários com seu jato d'água, para que Charmander prepare um ataque forte o suficiente para espantar os dois. Squirtle começa a lançar jatos de água nos adversário, então Charmander vê a oportunidade e lança uma poderosa chama contra os Pinsir, ao ver o clarão os dois já se assustam e correm quando algumas labaredas os atingem. Então nossos heróis escutam os gritos de Digglet e correm ao seu encontro.

Mas então Skarmory aparece! Ele está irritado com os tremores em que estão acontecendo em Mt. Steel, culpa os Dugtrio por isso, assim como Squirtle suspeitava. Então Skarmory ataca os dois amigos. 

Squirtle e Charmander ainda tentam convencer que Skarmory de que esses eventos vêm acontecendo em diversos lugares do mundo Pokémon, mas a raiva faz com que ele não de ouvidos e comece a atacar Charmander, que por ser um pokémon menos é atingido e jogado ao chão. Vendo seu amigos ao chão, Squirtle parte para o ataque e acerta um poderoso jato de água em Skarmory, que cai desacordado. Logo Charmander se levante e tenta resgatar Digglet, antes que Akarmory acorde, mas não consegue, pois o pokémon está a uma altura considerável. Eis que surgem os dois Magnemites que foram resgatados na Thunderwave Cave, logo eles vão até o lugar onde o Digglet está e o ajudam a sair.

Com tudo resolvido, todos se encaminham para a saida da montanha. É quando Squirtle tem a brilhante ideia de convidar os Magnemites para a sua equipe de resgate, mas Charmander diz que para que isso possa funcionar, eles precisam de algum lugar onde os Magnemites possam ficar, mas é melhor deixar isso para amanhã. Então eles se despedem e Squirtle vai ter mais uma noite turbulenta.

sábado, 28 de maio de 2016

High Level: Emboar (Pokémon White Version)


Decidi alcançar o level máximo com algum personagens que eu jogo, começando com esse Emboar no Pokémon White Version. Sou um grande fã de RPGs, mas só consegui esse esse feito em Shining in the Darkness, do Mega Drive, onde alcancei o level 99 com todos os três personagens (ainda guardo esse save no meu cartucho!).

Meu primeiro objetivo é compartilhar essa conquista, mas para não ficar tão sem graça, vou colocar algumas informações sobre o pokémon.

Número na Pokédex: 500
Tipo: Fogo / Combate
Espécie: Mega Fire Pig Pokémon
Jogos: Black/White, Black/White 2, Omega Ruby/Alpha Sapphire e X/Y
Primeira aparição: Emboar fez sua estréia como um Pignite em "Um Minccino Arrumadinho!" (Search for the Clubultimate!) quando Bianca tentou usá-lo para capturar um Minccino selvagem. 

Evoluções:


Imagem do meu Pokémon:






Fontes: Pokémon Database (imagens), Bulbapedia e PokePédiaBR.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - Um passeio pela Pokémon Square


Durante a noite, enquanto dorme, Squirtle tem um sonho estranho. Ele não consegue ver ou entender coisa alguma, mas parece que uma voz tenta falar com ele. Quando acorda, ainda se sente um pouco tonto e se pergunta o que foi aquele sonho tão estranho, sem encontrar respostas, decide ir até a caixa de correio ver se chegou alguma missão nova.

A caixa de correio está vazia e logo Charmander aparece. Ao ver que não terão nenhuma missão naquele dia, decide levar Squirtle para conhecer a Pokémon Square, então os dois saem para o passeio. Chegando a praça central, Charmander vai apresentando os trabalhadores do lugar.

Do lado esquerdo superior encontramos um Persian, ele trabalha no Banco da Felicidade, é lá que podemos guardar o dinheiro que encontramos em nossas missões, ou que nos são dado como recompensa após um resgate. Logo ao lado do Persian, está a Clefable, nela podemos adquirir áreas para moradia para os futuros membros da equipe.

Já do lado direito superior, está a loja do Kecleon, onde podemos comprar ou vender diversos itens. Mais abaixo, ainda do lado direito, está Kangaskhan, com ele você pode armazenar todas as suas coisas guardadas com maior segurança.

Por fim, o lado inferior direito. Lá encontramos um Gulpin, seu trabalho é encadear movimentos para que nossos ataques fiquem mais fortes, além disso ele pode ensinar habilidades que já foram esquecidas.

Squirtle está satisfeito com tudo o que descobriu sobre a Pokémon Square, mas Charmander diz que ainda tem mais. Então você seguem o caminho até chegar ao Pelipper Post Office, o lugar de onde saem os boletins e pedidos de resgate. Antes da entrada do correio avistamos um mural, nele vemos alguns pedidos de ajuda onde tanto a sua quanto outras equipes podem conseguir trabalho. Já no lado de dentro, vemos alguns Pelippers trabalhando para que as correspondências cheguem ao seu destino.

Squirtle e Charmander saem do Pelipper Post Office e se sentem exaustos de tanto caminhar. A noite está chegando então decidem que já é hora de irem para casa descansar. Os dois se despedem e prometem continuar suas aventuras no dia seguinte.

domingo, 8 de maio de 2016

Pocket View: Trace Memory


Não é difícil de achar o primeiro ponto de Trace Memory, ele está na ótima história que o jogo nos entrega. Ashley Robbins perdeu seus pais quando tinha apenas 3 anos, agora está próxima de seu 14° aniversário, ela vê toda essa história vir à tona, através de um presente enviado por seu pai, que talvez não esteja realmente morto.

O presente enviado por seu pai se trata de um dispositivo de rastreamento (muito semelhante ao primeiro Nintendo DS) que a leva até a Blood Edward Island, uma ilha misteriosa onde Ashley terá de desvendar muitos mistérios resolvendo puzzles

O jogo possui alguns personagens além da protagonista. Como a tia de Asheley, Jessica, que a acompanha até a ilha e acaba sendo vítima do vilão da história. Além dela temos o próprio vilão e o pai de Asheley, que aparecem já próximo do fim do jogo. Mas o mais carismático personagem que encontramos é "D", um fantasmas que encontramos logo que começamos nossa aventura. Ele perdeu toda a memória de quem era, então decide se juntar a nós para que possa aproveitar nossa exploração para recuperar os fragmentos de memória perdidos.

Trace Memory nos dá uma história rápida, quem está acostumado a esse tipo de jogo (o que não é meu caso) vai resolver os puzzles com facilidade e ter cerca de duas horas de jogo. Quem não tem esse costume, terá cerca de 3 ou 4 horas. Mas o legal é como o jogo explora as funcionalidades do Nintendo DS, estragaria a jogatina se eu dissesse o que precisamos fazer para resolver alguns quebra-cabeças, então me limito em dizer que é preciso usar todos os recursos que o console pode oferecer.

Por fim, Trace Memory é um jogo completo: boa história, trilha sonora e jogabilidade. Dizem que Hotel Dusk: Room 215 é um sucessor indireto e mais longo de TM, isso eu pretendo descobrir em breve, assim que conseguir tempo para provar algo "novo".