quinta-feira, 10 de novembro de 2016

[Lançamento] Root Letter chega ao PlayStation Vita


Root Letter é mais um dos inúmeros Visual Novel lançados para o PS Vita. O jogo, desenvolvido pela Kadokawa Games, foi lançado no Japão em junho deste ano, mas chega ao nosso mercado hoje (10 de novembro).

A história é bem simples. Aya é uma jovem desapareceu misteriosamente em Matsue, uma cidade litorânea no Japão, quando seu amigo encontra a carta escrita por ela e destinada a ela, decide investigar o que aconteceu.

O jogo segue com perguntas onde entrevistamos os colegas de classe de Aya em busca de informações sobre seu paradeiro. Mas em algumas vezes precisamos reviver algumas situações pelas quais Aya passou para conseguirmos informações mais concretas.

Abaixo você pode conferir um artigo publicado por Zin Hasegawa no blog oficial do PlayStation.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Pocket View: World of Final Fantasy (PlayStation Vita)

Publicado originalmente no blog Baú de Gamer.

Produtora: Square Enix / Data: 25 out 2016 / Gênero: JRPG / Plataforma: PlayStation 4, PlayStation Vita (versão testada)
Final Fantasy é uma das maiores franquias já desenvolvida para games, chegando em breve ao seu 15° título da série principal e tendo inúmeros spin-offs e sequências. Comemorando seu 30° aniversário e buscando introduzir mais jogadores a esse universo, a Square Enix lançou no dia 25 de outubro mais um spin-off chamado World of Final Fantasy, que traz uma história leve e diferente da complexidade que os fãs estão acostumados, mas certamente um JRPG no qual vale a pena perder muitas horas.

A AVENTURA VAI COMEÇAR!
A premissa de World of Final Fantasy é bem simples, deferente do que aconteceu com outros jogos da série, aqui controlamos um casal de irmãos que se aventuram por Grymoire. Mas essa aventura não começa por acaso, os gêmeos precisam descobrir quem eles são e lutar contra criaturas que ameaçam o lugar. Para isso, os dois precisam capturar criaturas, denominadas Mirages. Seria como capturar um Pokémon, mas aqui eles são usados em batalhas combinando seus poderes com os dos personagens, ou atuando sozinhos, dependendo da sua estratégia.

domingo, 18 de setembro de 2016

Pocket View: James Cameron's Avatar: The Game (Nintendo DS)


Esse Avatar chegou ao Nintendo DS antes mesmo do filme de James Cameron e sua missão era começar a introduzir os jogadores a Pandora, lugar onde a história se passa. 

Acredito que se todos que assistiram o filme (e me impediram de fazer o mesmo lotando as salas de cinema todos os dias) tivessem jogado essa versão - que saiu um pouco melhor no Wii - a metade não teria ido ao cinema. Não que Avatar: The Game seja tão ruim assim, é só que não possui nenhum atrativo e explora muito mal os elementos do filme. Esse era um jogo com muito potencial, uma história cativante e personagens que poderiam ter sido bem construídos, mas o ciclo repetitivo no qual entramos depois da primeira hora de jogo é tão descarado, que fica difícil chegar até o fim da aventura.

Jogamos com Nok, um jovem Na'vi que recebe a missão sagrada de ser os olhos e a mãos de Eywa, o grande espírito de Pandora. O mundo foi invadido pela RDA Corporation, comandada pelo Dr. Ossman, que tenta controlar a vida selvagem nativa, como ocorre no filme. Durante o jogo podemos coletar alguns itens e power-ups, com eles conseguimos poderes que nos ajudam a resolver puzzles e passar as missões que nos são dadas. 

James Cameron's Avatar: The Game não é um jogo notável, se imaginarmos todo o potencial do console e a história em torno do jogo, vemos que os desenvolvedores dispunham de recursos para entregar um gameplay muito melhor, mas se você tiver algumas horas que não vai se preocupar em perder (coisa rara nos dias de hoje) pode achar uma versão física por um valor bem baixo na internet, só não posso garantir que vai valer a pena.

domingo, 21 de agosto de 2016

Pocket View: Bomberman Tournament (Game Boy Advance)


Nos intervalos que dou na longa (e prazerosa) jornada de Final Fantasy XVII - Revenant Wings, escolho alguns jogos casuais e com gameplay curtos para dar uma relaxada e criar uma estratégia para alguma fase do FF. A escolha da vez foi Bomberman Tournament, do Game Boy Advance.

Esse jogo veio no bundle junto com o meu Nintendo DS Lite, lembro ter jogado bastante desse Bomberman no colegial, mas como o jogo não era meu, nem sabia desse modo história, que reinventa todo o conceito que se tem sobre a série.

A única graça de Bomberman é jogar com os amigos e ver quem sobrevive por mais tempo (eu nunca fui esse cara), mas a Capcom repensou seu conceito sobre isso depois de falhar com os títulos anteriores e adicionou um modo história muito bem pensado com uma temática RPG, e foi um tiro certo!

A história e tão clichê como tantas outras, um mundo precisa ser salvo e somos nós que faremos isso. Aqui deixamos as fases do modo battle de lado e entramos em um mundo aberto, onde podemos pegar algumas quests com npcs e explorar o cenário em busca de power-ups. Uma das coisas legais, que nos faz entrar ainda mais no jogo são os puzzles, que algumas vezes são bem difíceis de se resolver.

Mas a grande inovação são os Karabons, criaturas que podemos usar para batalhar ou como power-ups. Eles já estavam presentes em jogos anteriores, mas agora fazem mais sentido em Bomberman, eles são responsáveis pelas habilidades do personagem, como correr, chutar a bomba e usar o escudo. Sempre que encontramos um precisamos usar o que já temos em uma batalha (menos no primeiro, claro), essas batalhas são bem fraquinhas e as vezes até chatas, acho que é o ponto mais fraco do jogo, mas que não diminui o divertimento de quem está jogando.

Talvez Bomberman Tournament não tenha sido um hit em seu lançamento, mas é um excelente jogo para quem quer jogar um modo história que não tome muito tempo. Os elementos de RPG são bem elaborados e fãs do gênero certamente aprovam isso, e caso seu tempo seja ainda mais curto que o meu, ainda tem o modo batalha, que se juntar alguns amigos se torna bem divertido.

sábado, 16 de julho de 2016

Jogando: Final Fantasy XII: Revenant Wings


Agora decidi começar a série Final Fantasy, claro que não vou jogar todos em sequência pois alguns jogos são bem caros e não estou com tempo para jogar emuladores, mas com o tempo eu chego lá. Decidi começar, não por acaso, com Final Fantasy XII: Revenant Wings. Minha ideia era jogar Heroes of Mana, mas li em alguns blogs que Revenant Wings é uma versão melhorada dele e algo novo para a franquia em portáteis. Esse é um RTS (real-time strategy) dando mais dinâmica as batalhas. 

O jogo é uma sequência direta do jogo lançado para PlayStation 2 e essa foi a primeira vez em que a Square Enix fez isso com a franquia. Começamos com Vaan que agora possui sua própria nave, ele é acompanhado por Penelo, Balthier e Fran. A aventura começa em um continente flutuante, onde acessamos algumas ilhas em busca de missões.

O sistema de batalha é algo que me chamou a atenção, o uso do RTS foi uma adição muito interessante na dinâmica do jogo. Podemos mover nossos personagens com a caneta Stylus (ela é usada durante o jogo inteiro) de forma individual ou em grupo, nos permitindo criar variadas táticas de ataque. Outra coisa que gostei até o momento é a invocação de criaturas que podem nos ajudar a atacar os inimigos, podemos formar um exército um pouco maior e massacrar os inimigos para conquistar o objetivo.

Se não me engano, agora estou no capítulo 3-2 do jogo e não tenho nada a reclamar, por enquanto estou tendo uma boa experiência, só quero chegar logo ao fim e partir para o próximo.

Pocket View: Star Wars (Game Boy)


O universo de Star Wars alcançou um patamar que poucas outras franquias conseguiram e quase todo mundo conhece a série, mesmo que bem pouco. A primeira vez que tive contato com esse Star Wars foi por meio do Master System (e o jogo ainda saiu para NES) e me impressionei com o jogo.

A primeira coisa que notei no jogo é a fidelidade a história do filme, começamos com Skywalker em seu Landspeeder no deserto de Tatooine. Lá encontramos algumas cavernas para explorar, elas funcionam como sidequests, mas é importante não deixar passar, além de adquirirmos playerskill, podemos encontrar power-ups e outros personagens jogáveis, como Han Solo e Obi-Wan!

Mas a missão principal nos faz embarcar na Millenium Falcon e viajar até a Death Star, onde precisamos salvar a princesa Leia, destruir a nave inimiga e fugir em uma X-Wing.

Mais uma vez Star Wars me surpreendeu. Embora a capacidade de um Game Boy Color seja inferior aos consoles mencionados, vemos uma boa qualidade gráfica e sonora, sendo um ótimo trabalho da Capcom. E o que também me agradou é o que eu já tinha visto no Master, o jogo não se limita a explorações em plataforma e viagens em cutscenes (como acontece em muitos jogos), mas também pilotamos as naves, já começando pela Landspeeder.

Esse certamente não é o melhor jogo de portáteis ambientado no universo de Star Wars, mas é um bom passa-tempo, já que mesmo explorando todas as cavernas não demora muito para chegar ao fim.

domingo, 10 de julho de 2016

Modo História: Blue Rescue Team - O sequestro do filhote do Dugtrio

[Depois de uma longa pausa, estou de volta! O trabalho e outros projetos acabaram me atrapalhando e fiquei um tempo sem aparecer por aqui, mas estou de volta com mais um capitulo de Blue Rescue Team. Essa semana cheguei a fim da aventura, mas ainda tem muita história para contar.]




O sequestro do filhote do Dugtrio

Squirtle tem novos sonhos estranhos, mas dessa vez acorda com a sensação de que estava conversando com algum outro pokémon. De repente, sente tremores vindos da terra, é quando um Dugtrio aparece a sua frente. 

Sem saber o que fazer diante dessa estranha visita, Squirtle pergunta o motivo dela, então Dugtrio começa a fala sobre um Skarmory que habita a Mountain Steel (Montanha de Aço), esse Skarmory sequestrou o filhote de Dugtrio, um Digglet. Squirtle diz ao Dugtrio que irá resgatar seu filhote, mas precisa chamar seu companheiro primeiro. 

Dugtrio some no chão e Squirtle vai para fora da base, onde já encontra seu companheiro a espera. Charmander ficar feliz em saber que mais pokémons estão procurando a ajuda deles e quando pergunta quem é seu novo cliente, Dugtrio sai do chão e se apresenta, dizendo também que os encontrará na entrada da Mt. Steel. Então os dois partem para a montanha.

Depois de uma conversa rápida com Dugtrio, os dois entram na montanha. Encontram muitos pokémons selvagens no caminho, mas a maioria parece um tanto assustados. Logo são atacados por um Zigzagoon, mas com toda a experiência que adquiriram em outras aventuras, logo dão um fim na batalha. Quando a luta termina, perguntam a Zigzagoon o que está acontecendo, então ele lhes conta que está havendo muitos terremotos naquela região, o que está deixando todos os pokémons muito agitados. Com isso, Squirtle tem uma vaga ideia do que está acontecendo, mas precisa chegar ao Skarmory para deixar tudo claro.

Depois de alguns minutos caminhando, o cenário em que Squirtle e Charmander se encontram começa a mudar e tudo parece mais perigoso, mas eles precisam continuar. Nervoso, eles seguem uma trilha que leva até o topo da montanha, quando são surpreendidos por dois Pinsir, que assim como o Zigzagoon parecem bem agitados. 

A batalha começa, por ser um pokémon do tipo inseto, Pinsir possui fraquezas contra o fogo, então Squirtle decide chamar a atenção dos adversários com seu jato d'água, para que Charmander prepare um ataque forte o suficiente para espantar os dois. Squirtle começa a lançar jatos de água nos adversário, então Charmander vê a oportunidade e lança uma poderosa chama contra os Pinsir, ao ver o clarão os dois já se assustam e correm quando algumas labaredas os atingem. Então nossos heróis escutam os gritos de Digglet e correm ao seu encontro.

Mas então Skarmory aparece! Ele está irritado com os tremores em que estão acontecendo em Mt. Steel, culpa os Dugtrio por isso, assim como Squirtle suspeitava. Então Skarmory ataca os dois amigos. 

Squirtle e Charmander ainda tentam convencer que Skarmory de que esses eventos vêm acontecendo em diversos lugares do mundo Pokémon, mas a raiva faz com que ele não de ouvidos e comece a atacar Charmander, que por ser um pokémon menos é atingido e jogado ao chão. Vendo seu amigos ao chão, Squirtle parte para o ataque e acerta um poderoso jato de água em Skarmory, que cai desacordado. Logo Charmander se levante e tenta resgatar Digglet, antes que Akarmory acorde, mas não consegue, pois o pokémon está a uma altura considerável. Eis que surgem os dois Magnemites que foram resgatados na Thunderwave Cave, logo eles vão até o lugar onde o Digglet está e o ajudam a sair.

Com tudo resolvido, todos se encaminham para a saida da montanha. É quando Squirtle tem a brilhante ideia de convidar os Magnemites para a sua equipe de resgate, mas Charmander diz que para que isso possa funcionar, eles precisam de algum lugar onde os Magnemites possam ficar, mas é melhor deixar isso para amanhã. Então eles se despedem e Squirtle vai ter mais uma noite turbulenta.