sábado, 10 de dezembro de 2016

SaGa: Scarlet Grace ganha novo trailer e chega esse mês ao Japão


Nascida no final dos anos 1980, a série SaGa é mais conhecida fora do Japão como Final Fantasy Legend, recebendo três edições no Game Boy.

Talvez os jogos mais conhecidos da série sejam SaGa Frontier e SaGa Frontier II, lançados entre 1997 e 2000 para PlayStation. Pode-se dizer que a Square aproveitou a adotação que se criou entorno de FF e começou seus primeiros spin-offs, mas essa foi uma boa escolha já que desde o início SaGa carrega muitos elementos do que define toda a franquia.

O último jogo da série foi lançado em 2003 para PlayStation 2, Unlimited Saga, mas agora a Square Enix volta com SaGa: Scarlet Grace, um novo título que chega ao PS Vita no dia 15 de dezembro, mas só no Japão :(

Essa semana a Square Enix lançou dois novos vídeos do jogo, o primeiro apresenta os personagens, todos jogáveis, que teremos no jogo, enquanto o segundo mostra a trajetória da série, me deixando com MUITA vontade de fazer uma maratona!





terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Dragon Quest Profissional e a desvantagem de não morar no Japão


O primeiro contato que tive com a série Monsters de Dragon Quest foi já no Nintendo DS, quando ele já havia recebido o primeiro jogo e sua sequência, Dragon Quest Monsters: Joker. Logo em seguida parti para o segundo jogo. A proposta do jogo me agradou muito, por isso pretendo, assim que possível, jogar os primeiros, que datam da época do saudoso Game Boy

Infelizmente ainda não possuo um Nintendo 3DS para jogar o último lançamento, Dragon Quest Monsters: Joker 3, mas como um bom fã, me empolgo a cada noticia, mesmo sabendo que essa última pode demorar anos, e quem sabe até décadas, para chegar em minhas mãos.

O canal da Square Enix japonesa divulgou um novo, e belo, vídeo de Dragon Quest Monsters: Joker 3 Profissional, uma versão melhorada do jogo trazendo mais história e funcionalidades. O vídeo traz a bela arte de Akira Toriyama, mesmo responsável por Blue Dragon, e mostra nosso protagonista e algumas criaturas, com aquela música que já é nostálgica ao fundo.

Mas ao que tudo indica, Dragon Quest Monsters: Joker 3 Profissional será lançado apena no Japão, no dia 09 de fevereiro. Essa é uma das desvantagens de não morar na "Terra do Sol Nascente", esse não é o primeiro e certamente não será o último RPG que não temos acesso, de maneira licita, no Ocidente. Mas quem sabe essas melhorias não cheguem a nós por DLCs no futuro, e talvez eu já possua um 3DS quando esse dia chegar, só nos resta aguardar e aproveitar esses belíssimos trailers.


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Odin Sphere: Leifthrasir, eu só quero mais disso


O PlayStation 2 possui uma biblioteca gigantesca e o RPG tem forte presença nela. Odin Sphere é um dos grandes clássicos do console e no começo do ano recebeu um remake que não traz só uma otimização considerável no seu já belo gráfico, mas também melhorias que garantem um melhor gameplay e diversão aos jogadores.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

[Lançamento] Root Letter chega ao PlayStation Vita


Root Letter é mais um dos inúmeros Visual Novel lançados para o PS Vita. O jogo, desenvolvido pela Kadokawa Games, foi lançado no Japão em junho deste ano, mas chega ao nosso mercado hoje (10 de novembro).

A história é bem simples. Aya é uma jovem desapareceu misteriosamente em Matsue, uma cidade litorânea no Japão, quando seu amigo encontra a carta escrita por ela e destinada a ela, decide investigar o que aconteceu.

O jogo segue com perguntas onde entrevistamos os colegas de classe de Aya em busca de informações sobre seu paradeiro. Mas em algumas vezes precisamos reviver algumas situações pelas quais Aya passou para conseguirmos informações mais concretas.

Abaixo você pode conferir um artigo publicado por Zin Hasegawa no blog oficial do PlayStation.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Pocket View: World of Final Fantasy (PlayStation Vita)

Publicado originalmente no blog Baú de Gamer.

Produtora: Square Enix / Data: 25 out 2016 / Gênero: JRPG / Plataforma: PlayStation 4, PlayStation Vita (versão testada)
Final Fantasy é uma das maiores franquias já desenvolvida para games, chegando em breve ao seu 15° título da série principal e tendo inúmeros spin-offs e sequências. Comemorando seu 30° aniversário e buscando introduzir mais jogadores a esse universo, a Square Enix lançou no dia 25 de outubro mais um spin-off chamado World of Final Fantasy, que traz uma história leve e diferente da complexidade que os fãs estão acostumados, mas certamente um JRPG no qual vale a pena perder muitas horas.

A AVENTURA VAI COMEÇAR!
A premissa de World of Final Fantasy é bem simples, deferente do que aconteceu com outros jogos da série, aqui controlamos um casal de irmãos que se aventuram por Grymoire. Mas essa aventura não começa por acaso, os gêmeos precisam descobrir quem eles são e lutar contra criaturas que ameaçam o lugar. Para isso, os dois precisam capturar criaturas, denominadas Mirages. Seria como capturar um Pokémon, mas aqui eles são usados em batalhas combinando seus poderes com os dos personagens, ou atuando sozinhos, dependendo da sua estratégia.

domingo, 18 de setembro de 2016

Pocket View: James Cameron's Avatar: The Game (Nintendo DS)


Esse Avatar chegou ao Nintendo DS antes mesmo do filme de James Cameron e sua missão era começar a introduzir os jogadores a Pandora, lugar onde a história se passa. 

Acredito que se todos que assistiram o filme (e me impediram de fazer o mesmo lotando as salas de cinema todos os dias) tivessem jogado essa versão - que saiu um pouco melhor no Wii - a metade não teria ido ao cinema. Não que Avatar: The Game seja tão ruim assim, é só que não possui nenhum atrativo e explora muito mal os elementos do filme. Esse era um jogo com muito potencial, uma história cativante e personagens que poderiam ter sido bem construídos, mas o ciclo repetitivo no qual entramos depois da primeira hora de jogo é tão descarado, que fica difícil chegar até o fim da aventura.

Jogamos com Nok, um jovem Na'vi que recebe a missão sagrada de ser os olhos e a mãos de Eywa, o grande espírito de Pandora. O mundo foi invadido pela RDA Corporation, comandada pelo Dr. Ossman, que tenta controlar a vida selvagem nativa, como ocorre no filme. Durante o jogo podemos coletar alguns itens e power-ups, com eles conseguimos poderes que nos ajudam a resolver puzzles e passar as missões que nos são dadas. 

James Cameron's Avatar: The Game não é um jogo notável, se imaginarmos todo o potencial do console e a história em torno do jogo, vemos que os desenvolvedores dispunham de recursos para entregar um gameplay muito melhor, mas se você tiver algumas horas que não vai se preocupar em perder (coisa rara nos dias de hoje) pode achar uma versão física por um valor bem baixo na internet, só não posso garantir que vai valer a pena.

domingo, 21 de agosto de 2016

Pocket View: Bomberman Tournament (Game Boy Advance)


Nos intervalos que dou na longa (e prazerosa) jornada de Final Fantasy XVII - Revenant Wings, escolho alguns jogos casuais e com gameplay curtos para dar uma relaxada e criar uma estratégia para alguma fase do FF. A escolha da vez foi Bomberman Tournament, do Game Boy Advance.

Esse jogo veio no bundle junto com o meu Nintendo DS Lite, lembro ter jogado bastante desse Bomberman no colegial, mas como o jogo não era meu, nem sabia desse modo história, que reinventa todo o conceito que se tem sobre a série.

A única graça de Bomberman é jogar com os amigos e ver quem sobrevive por mais tempo (eu nunca fui esse cara), mas a Capcom repensou seu conceito sobre isso depois de falhar com os títulos anteriores e adicionou um modo história muito bem pensado com uma temática RPG, e foi um tiro certo!

A história e tão clichê como tantas outras, um mundo precisa ser salvo e somos nós que faremos isso. Aqui deixamos as fases do modo battle de lado e entramos em um mundo aberto, onde podemos pegar algumas quests com npcs e explorar o cenário em busca de power-ups. Uma das coisas legais, que nos faz entrar ainda mais no jogo são os puzzles, que algumas vezes são bem difíceis de se resolver.

Mas a grande inovação são os Karabons, criaturas que podemos usar para batalhar ou como power-ups. Eles já estavam presentes em jogos anteriores, mas agora fazem mais sentido em Bomberman, eles são responsáveis pelas habilidades do personagem, como correr, chutar a bomba e usar o escudo. Sempre que encontramos um precisamos usar o que já temos em uma batalha (menos no primeiro, claro), essas batalhas são bem fraquinhas e as vezes até chatas, acho que é o ponto mais fraco do jogo, mas que não diminui o divertimento de quem está jogando.

Talvez Bomberman Tournament não tenha sido um hit em seu lançamento, mas é um excelente jogo para quem quer jogar um modo história que não tome muito tempo. Os elementos de RPG são bem elaborados e fãs do gênero certamente aprovam isso, e caso seu tempo seja ainda mais curto que o meu, ainda tem o modo batalha, que se juntar alguns amigos se torna bem divertido.